6 Motivos para se evitar frutas no Emagrecimento
Antes de mais nada, entenda que o assunto aqui é FRUTOSE!
Nota Importante: Frutose, além de ser o principal açúcar das frutas, como já sabemos, também é parte integrante do açúcar de mesa (sacarose), o qual, é utilizado largamente pelo mundo inteiro. O açúcar de mesa é constituído tanto de glicose, quanto de frutose. Moral da história é que a frutose não está presente somente nas frutas, mas sim em qualquer doce, sobremesa, etc.
- Após ingerir frutose, todo seu processamento metabólico acontecerá no fígado, ou seja, frutose é processada 100% no fígado e isso promove gordura visceral (na região do abdomen e ao redor dos órgãos), a qual, é associada com maiores riscos de problemas cardíacos. No caso da glicose, apenas 20% é processada pelo fígado. O metabolismo de frutose no fígado gera uma lista longa de subprodutos, incluindo ácido úrico que aumenta a pressão sanguínea e pode causar Gota.
- Todas as células do corpo humano, inclusive no cérebro, queimam glicose, logo, grande parte pode ser queimada logo após o seu consumo. Porém, no caso da frutose, ela é transformada diretamente em gordura (free fatty acids), triglicerídeos e VLDL (forma danosa de colesterol).
- O metabolismo da frutose pode levar à resistência à insulina, a qual, pode levar à síndrome metabólica e, posteriormente, ao diabetes do tipo II.
- Frutose é o carboidrato mais fácil de ser armazenado como gordura (o mais lipofílico). Para os geeks de plantão, frutose é convertida em glicerol tri-fosfato (g-3-p), o qual, é usado para transformar ácidos graxos em triglicérides (armazenados como gordura). Quanto mais g-3-p você tem, mais gordura você armazena. Isso não acontece com a glicose em si.
- Ao consumir 120 calorias de glicose, apenas 1 kcal irá ser armazenada como gordura. Agora, ao se consumir 120 calorias de frutose, 40 kcal serão armazenadas como gordura. Com base nisso, podemos dizer que a frutose é 40 vezes mais fácil de ser armazenada como gordura do que a própria glicose.
- A glicose “mata” o apetite, por trabalhar corretamente com o hormônio grelina (no estômago) e leptina (nas células de gordura). Ou seja, ao comer glicose, você tem uma sensação de saciedade, diminuindo seu apetite. Agora, a frutose não tem influência nestes dois hormônios, o que resulta em fome contínua e comilança! Foi confirmado também, através de ressonância magnética que a frutose ativa alguns gatilhos no cérebro que levam à comer de mais e ao ganho de peso.
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